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quinta-feira, 30 de julho de 2015
sábado, 17 de novembro de 2012
Um novo mundo pela frente: óculos e lentes multifocais
Depois de protelar por anos e anos aquela visita ao oculista, resolvi aceitar certos empurrões familiares e marcar consulta. Após vários exames em diversas máquinas (uma deu um "assoprão" no olho) veio o resultado, a quem interessar possa, tudo de ruim estes olhos possuem e os números são negativos: 1,25 e 1,75. Tem outros. Na linguagem popular, tá ruim para perto e para longe.
Momento crítico: aquela cena clássica das lentes trocando e a médica perguntando se tá bom. Tenho quase certeza que ela não acreditou que a coisa só funcionou lá pelo décimo clique no aparelho.
Chega a vez de adquirir os óculos. Uma parede, 600 armações diferentes, dezenas de lentes diferentes. Baseado no estilo de vida, reduzi para as lentes anti-reflexo e outras coisas que achei bem tecnológicas. Produtos que devem ser o iPhone5 do mundo das lentes.
Como a loja tinha o meu número, o óculos ficou pronto em fantásticas duas horas. Foi escolher, pagar e levar. Óculos na cara, que venha a rua.
Primeira sensação: para longe, as árvores. Incrível, a sensação é a mesma de um filme 3d com aqueles efeitos de profundidade. Dá para notar as árvores mais próximas, as intermediárias e as lá do fundo. E todas tem cores diferentes. Antes era só uma mancha verde.
As placas de publicidade agora são legíveis. As dos carros também. As pessoas. O contraste e a nitidez, coisa de louco. Reconheci uma amiga no supermercado, estava a inéditos 20 metros de distância. 20 metros!
Mas nem tudo são flores.
Tem alguma coisa rolando entre o nervo óptico e o cérebro. Estão em curto-circuito com tanta novidade. As coisas, de uma hora para outra, ficaram pequenas. Eu fiquei pequeno. O mundo encolheu. Caminhando aqui perto, enfermeiras fazendo um lanche no gramado do hospital pareciam anões de jardim. Latas de cerveja no chão parecem pilhas AAA. Subir degrau é tranquilo. Descer é risco de tombo. No retorno da consulta devo descobrir se isso é um erro da lente (acredito que não) ou adaptação mesmo.
Por enquanto, nada de dor de cabeça. Tudo ok com o uso dos computadores (a tela parece um trapézio em alguns momentos mas é só encontrar o ângulo certo).
No final das contas vai o alerta: consulte um oculista. O mundo que você está vendo neste momento pode não ser a realidade. As árvores possuem cores diferentes. É incrível.
As lentes:
Hoya, Miolight Trivex1.53
Armação:
Rayban 6177
Momento crítico: aquela cena clássica das lentes trocando e a médica perguntando se tá bom. Tenho quase certeza que ela não acreditou que a coisa só funcionou lá pelo décimo clique no aparelho.
Chega a vez de adquirir os óculos. Uma parede, 600 armações diferentes, dezenas de lentes diferentes. Baseado no estilo de vida, reduzi para as lentes anti-reflexo e outras coisas que achei bem tecnológicas. Produtos que devem ser o iPhone5 do mundo das lentes.
Como a loja tinha o meu número, o óculos ficou pronto em fantásticas duas horas. Foi escolher, pagar e levar. Óculos na cara, que venha a rua.
Primeira sensação: para longe, as árvores. Incrível, a sensação é a mesma de um filme 3d com aqueles efeitos de profundidade. Dá para notar as árvores mais próximas, as intermediárias e as lá do fundo. E todas tem cores diferentes. Antes era só uma mancha verde.
As placas de publicidade agora são legíveis. As dos carros também. As pessoas. O contraste e a nitidez, coisa de louco. Reconheci uma amiga no supermercado, estava a inéditos 20 metros de distância. 20 metros!
Mas nem tudo são flores.
Tem alguma coisa rolando entre o nervo óptico e o cérebro. Estão em curto-circuito com tanta novidade. As coisas, de uma hora para outra, ficaram pequenas. Eu fiquei pequeno. O mundo encolheu. Caminhando aqui perto, enfermeiras fazendo um lanche no gramado do hospital pareciam anões de jardim. Latas de cerveja no chão parecem pilhas AAA. Subir degrau é tranquilo. Descer é risco de tombo. No retorno da consulta devo descobrir se isso é um erro da lente (acredito que não) ou adaptação mesmo.
Por enquanto, nada de dor de cabeça. Tudo ok com o uso dos computadores (a tela parece um trapézio em alguns momentos mas é só encontrar o ângulo certo).
No final das contas vai o alerta: consulte um oculista. O mundo que você está vendo neste momento pode não ser a realidade. As árvores possuem cores diferentes. É incrível.
As lentes:
Hoya, Miolight Trivex1.53
Armação:
Rayban 6177
segunda-feira, 21 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Mais um texto sobre Ayrton Senna e Primeiro de Maio
![]() |
| A foto deve ser da Editora Abril. Que vai, certamente, deixar este blog usar sem problemas. |
Este é mais um texto sobre Ayrton Senna e Primeiro de Maio. Todo ano é a mesma coisa. Ou não. A cada "aniversário da morte" o país fica mais distante de uma época com gente decente ocupando as manchetes de celebridades. Não considero fórmula 1 um esporte, mas um teste de resistência dentro de um caríssimo laboratório. Uma espécie de alta costura da mecânica. Confesso também que assistia as corridas apenas para conferir as bagunças das largadas. Geralmente ainda na cama nas manhãs de domingo.
Este texto tem a garantia de ser livre de Google. Vou buscar as coisas da memória. Aconteceram quase 20 anos anos atrás, não tinha trending topics nem celular. Sendo assim, algumas coisas erradas podem surgir. Garanto que não vão estragar a história.
O Brasil inteiro parou, eu sei. Mas São Paulo parou muito mais. E naquele dia, na Major Diogo, coração (vá lá... pulmão) do bairro Bela Vista, a cidade receberia a tenebrosa notícia.
Naquela manhã eu acordei com um certo murmurinho incomum vindo das janelas. Os barulhos da rua, da Radial Leste ou dos botecos já era conhecido, mas aquele murmurinho, não. Ligo a TV na Globo, justo naquela cena onde a cabeça cai para o lado e o Galvão diz com um tom de voz diferente que algo ruim aconteceu. Ali mesmo já entregaria o final da história. Mas tudo seguiu o rito do espetáculo televisivo. Demoraria algum tempo mais para a notícia oficial da morte ser divulgada. Alguma coisa sobre um inédito Faustão mudo aparece na lembrança. Mas fica por aí.
Os dias da semana eram cheios de boatos pra lá e pra cá. Todo mundo quer dar uma versão dos fatos, conhece fulano que estava no voo que trouxe o caixão, é amigo do cara da alfândega que viu algo, ou sabe de uma conspiração para matar o piloto por motivos escusos.
Outra manhã, outros barulhos. Não sei o dia exato da chegada do corpo no Brasil, mas fui acordado novamente, desta vez com o som de dezenas de helicópteros. Pode parecer muito, mas para a cidade de São Paulo, mesmo em meados dos anos 90, já era comum a bagunça aérea. Dezenas de aeronaves revesando em grupos para pairar sobre a 23 de maio por alguns instantes ? sim, era muito.
Parece feriado na cidade. Tudo parado. Um ou dois dias depois desta revoada aérea vou trabalhar em uma central da empresa que ficava justo na Pirapora, uma rua calma, típica do Paraíso, que inicia na Tutóia (a rua da IBM, para os nerds) e acaba no Ibirapuera (o velório foi realizado por ali, assembléia, creio eu). E, lá no final, uma fila gigante cheia de populares aguardando a vez para dar uma olhada no caixão. Uns 10% estão ali por comoção. O resto, só para ver as celebridades mesmo. Prova disso foi uma correria depois de alguns gritos de "a Xuxa apareceu". A rainha dos baixinhos ainda era alguma coisa. Além de ser a eterna ex-namorada do piloto.
Mas o marcante mesmo está por vir. Na avenida Paulista, naquele dia, a quantidade de pessoas caminhando em lágrimas e silêncio era absurda. De ponta a ponta. A hora do almoço mais silenciosa da história. Podem contar para os seus filhos e netos: este país nunca teve alguém com tamanha influência na cultura popular. E tamanha unanimidade. Talvez esta seja a palavra para fechar este texto: unanimidade. Inédita e forte. De maneira alguma, burra.
1994 foi, sem dúvida, um dos anos mais absurdos da história deste país. E São Paulo viraria outra bagunça silenciosa novamente, em meados de julho. mas isto é outra história.
sábado, 10 de setembro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
PP-KKA - Um belo Phenom 100
Um avião de novela. Não este. O usado pela Rede Globo é o PP-KKA, de propriedade do Banco Rendimento.
| MATRÍCULA: PPKKA | |
| Fabricante: | EMBRAER |
Modelo: | EMB-500 |
Número de Série: | 50000126 |
Tipo ICAO : | E50P |
Tipo de Habilitação para Pilotos: | E50P |
| Classe da Aeronave: | POUSO CONVECIONAL 2 MOTORES JATO/TURBOFAN |
Peso Máximo de Decolagem: | 4750 - Kg |
Número Máximo de Passageiros: | 005 |
Categoria de Registro: | PRIVADA SERV.TRANSP.AEREO PUBLICO NAO REGULAR TX.AEREO |
Número dos Certificados (CM - CA): | 18836 |
Situação no RAB: | ALIENACAO FIDUCIARIA |
Data da Compra/Transferência: | |
Data de Validade do CA: | 07/10/16 |
Data de Validade da IAM: | 190112 |
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Chapeleiro Maluco + Bruna Surfistinha = Princesa Beatrice de York
Chapeleiro Maluco + Bruna Surfistinha = Princesa Beatrice de York (aquela do chapéu esquisito).
Por que hoje é sexta e não tem nada para colocar no blog.
Mad Hatter + Bruna (former brazilian prostitute/writer) = you know who, it's on the picture.
sábado, 23 de abril de 2011
HOP, the movie: Pink Berets (Boinas Rosas). Hollywood vendida ao chavismo.
Pink Berets, os boinas rosas, esquadrão especial do Coelhinho da Páscoa no filme HOP.
Os caras do Chavez.
Hop, The Movie
Sim, eles tropicalizaram o título. Aqui é chamado de:
quinta-feira, 7 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Junte Inri Cristo com Bolsonaro. O resultado é a família Phelps.
Ok, exagerei no título. Mas cabe esclarecer que a parcela insanidade fica por conta da família Phelps. A parte da liberdade de expressão fica na cota do Bolsonaro.
Quem assiste TV a cabo deve lembrar da famosa entrevista de Louis Theroux com a família/igreja Phelps. Trata-se de um pastor radical, suas filhas e esposa com os cérebros levemente lavados e alguns seguidores. Eles são contra um monte de coisas, quase tudo é coisa do diabo e até funerais de soldados que morreram no Iraque são vítimas de protestos. Trata-se da Westboro Baptist Church.
Eles apareceram nos TTs (na realidade quem apareceu foi Louis Theroux) por que decidiram criar contas no Twitter, entre elas @shirleyphelps e @jaelphelps.
Aí vem bomba.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Virgem Maria do Google Earth. Os tempos mudam, os fenômenos populares não.
Manchas de óleo no chão, vidros de janela com defeito, torradas e batatas. Tudo coisa do passado. A Virgem Maria agora aparece no Google Earth. Alguns empreiteiros da cidade de Samlesbury, na Inglaterra acharam a imagem acima muito parecida com uma Maria segurando o menino Jesus. O resto da história todos podem imaginar.
Como a foto é antiga (atualmente o terreno está coberto por árvores) as peregrinações não vão acontecer.
Uma imagem mais aberta do local:
terça-feira, 8 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Caiu um avião no Bacacheri, em Curitiba, PR
Um avião de pequeno porte, prefixo PT-OIF atingiu uma casa ao tentar realizar a decolagem do Aeroporto do Bacacheri em Curitiba. Foi por volta das 9h30 desta quarta-feira (2), na Rua Paulo Ildefonso Assumpção, quase esquina com a rua Cel. Francisco de P M Brito.
Mais detalhes aqui
Acesse o Blog do Farmfor
Leia mais sobre máquinas agrícolas no Blog do Farmfor
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