Um Rio Grande do Sul que confirma a sua vocação no setor primário, com mais de 60% da área destinada à agricultura e à pecuária, mas que também sinaliza transformações na maneira como utiliza o seu espaço, com o avanço, por exemplo, das áreas de reflorestamento no Litoral e na Campanha. Esse é o retrato de um projeto inédito de levantamento e classificação do uso da terra realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Estado, cujo relatório técnico foi apresentado ontem.
– É um Estado com tradição agrícola, mas que de uns anos para cá foi sofrendo transformações – pontua Celso José Monteiro Filho, coordenador de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do IBGE.
Diferentemente do censo agropecuário, esse novo levantamento tem como objetivo identificar todas as tipologias do uso da terra. Para isso, várias fontes foram utilizadas, entre elas, imagens de satélite dos anos de 2007 e 2008 e pesquisa de campo.
Conforme a coordenadora do projeto, Eloisa Domingues, o resultado é importante fonte de planejamento, acompanhamento das mudanças de uso da terra e da cobertura vegetal. Serve também como apoio a análises de conflitos socioambientais, avaliação do impacto sobre os recursos naturais e de processos de transformação, entre outros.
– Entra ainda como ferramenta de apoio à extensão rural. Qualquer ação desenvolvida no Estado precisa ser planejada. O estudo possibilita uma calibragem entre o uso atual do solo com o uso adequado, com base no zoneamento agroclimático – acredita o gerente técnico estadual da Emater, Flávio Calcanhoto.
Sobre o resultado apontado, o professor da Faculdade de Agronomia da Ufrgs e chefe do departamento de solos, Paulo César do Nascimento, pondera:
– Mostra a vocação do Estado. O que trabalhamos na agronomia é como tentar atuar de forma que essa atividade seja desenvolvida em sistemas de produção sustentáveis.
O Rio Grande do Sul foi o quarto Estado no país com o mapeamento concluído, depois de Acre, Amapá e Roraima. A ideia é que o estudo seja aplicado em todo o Brasil.
– O objetivo é montar uma estrutura para se chegar a um retrato do país em termos de utilização da terra – explica Eloisa Domingues.
– É um Estado com tradição agrícola, mas que de uns anos para cá foi sofrendo transformações – pontua Celso José Monteiro Filho, coordenador de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do IBGE.
Diferentemente do censo agropecuário, esse novo levantamento tem como objetivo identificar todas as tipologias do uso da terra. Para isso, várias fontes foram utilizadas, entre elas, imagens de satélite dos anos de 2007 e 2008 e pesquisa de campo.
Conforme a coordenadora do projeto, Eloisa Domingues, o resultado é importante fonte de planejamento, acompanhamento das mudanças de uso da terra e da cobertura vegetal. Serve também como apoio a análises de conflitos socioambientais, avaliação do impacto sobre os recursos naturais e de processos de transformação, entre outros.
– Entra ainda como ferramenta de apoio à extensão rural. Qualquer ação desenvolvida no Estado precisa ser planejada. O estudo possibilita uma calibragem entre o uso atual do solo com o uso adequado, com base no zoneamento agroclimático – acredita o gerente técnico estadual da Emater, Flávio Calcanhoto.
Sobre o resultado apontado, o professor da Faculdade de Agronomia da Ufrgs e chefe do departamento de solos, Paulo César do Nascimento, pondera:
– Mostra a vocação do Estado. O que trabalhamos na agronomia é como tentar atuar de forma que essa atividade seja desenvolvida em sistemas de produção sustentáveis.
O Rio Grande do Sul foi o quarto Estado no país com o mapeamento concluído, depois de Acre, Amapá e Roraima. A ideia é que o estudo seja aplicado em todo o Brasil.
– O objetivo é montar uma estrutura para se chegar a um retrato do país em termos de utilização da terra – explica Eloisa Domingues.
Fonte: ClickRBS e Pioneiro

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